
A tese que levanto, tem como base, as constantes reedições, ou mesmo, aparições de artistas daquele período. Mesmo com toda facilidade que a internet nos proporciona, mesmo com toda diversidade cultural, mesmo com toda liberdade de expressão que ainda nos favorece, ainda assim, os anos 80, nos parece tão próximos, pra não dizer, necessários. Pensamento este, que compartilho com uma parcela de artistas, de nosso tempo, que por obra divina, nasceram nos anos 90. Dos freqüentadores do Cassino do Chacrinha, poucos conseguiram sobreviver ao passar dos anos, alguns, se reinventaram, moldaram novas batidas, acordes e vocábulos compatíveis aos dias atuais. Do passado glamoroso, performático, inigualável, sobraram apenas fotos e registros televisivos acidentais.
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